Dia 31 de outubro de 2010 - domingo
Dia de votar no Brasil. Dia de fugir da chuva em Dijon. Pela manhã o sol fez-se presente permitindo uma viagem sem contratempos pelos vinhedos da Côte d'Or. Conhecemos os vinhedos das "Domaines" Romaneé, Vougeot e Chambertin, produtoras dos vinhos mais cultuados do mundo.
Em nossa chegada a Dijon, porém, fomos recepcionados pela chuva que não deu tréguas durante todo o dia, desta vez atrapalhando as fotos. No entanto, mesmo assim, pudemos dar uma volta a pé pela cidade, visitando a Catedral Notre Dame, o Palais des Ducs e o Museu de Arte Sacra.
Amanhã pela manhã, se o tempo ajudar, conheceremos os outros atrativos da cidade e poderei então tirar algumas fotos.
Nosso projeto inicial era ficar em Dijon 2 noites, mas em razão do feriadão - que deixou a cidade às moscas - e à antecipação em dois dias do retorno a Paris, o tempo de repente ficou curto para fazermos tudo que estava planejado, portanto decidimos reduzir nossa estada em Dijon de maneira a podermos conhecer outros atrativos da região.
Amanhã visitaremos as vilas de Alise-Ste-Reine, Abadia de Fontenay e Semur-en-Auxois, onde possivelmente pernoitaremos.
Alzenda continua dando show de navegação. Mesmo nas estradas mais secundárias que continuamos priorizando, ela não titubeia, salvo, às vêzes, quando troca a esquerda pela direita e vice-versa. Mas isso é outra história.
Até amanhã.
Palais des Ducs - Dijon
Mercado de Dijon
domingo, 31 de outubro de 2010
sábado, 30 de outubro de 2010
Conhecendo Dole
Dia 30 de outubro de 2010 - sábado
Aproveitando o domingo de "folga", uma vez que a tarde de ontem foi suficiente para conhecermos a maior parte dos atrativos de Beaune, resolvemos dar uma esticada e conhecer a cidade de Dole - antiga capital de Franche-Conté - situada a 60 km de Beaune.
Em Dole não resistimos ao convite de uma cantina à beira do canal do Doubs e almoçamos um legítimo tagliatele aos 4 queijos, acompanhado por vinho tinto italiano.
Dole possui um centro histórico bastante interessante, tendo por destaque a Catedral de Notre Dame, cuja capela se encontra entre as mais bonitas da França.
Hoje também aproveitamos para conhecer a Abadia de Cisterciense de Citeaux - ou o que sobrou de sua construção original - e tomar-mos uma verdadeira lição de história desde o século 11º, época de sua fundação.
O sol não deu as caras neste sábado. Esperamos que ele retorne amanhã, quando faremos um tour pela Côte d'Or no trecho entre Beaune e Dijon, justamente onde se fazem os vinhos mais poderosos da Borgonha, a exemplo do Romaneé, do Chambertin e do Vougeot.
Pena que só possamos contemplar, afinal o preço desses vinhos é cotado em centenas de euros, às vezes milhares, a depender da safra.
Enquanto isso, vamos tomando nossos vinhos básicos que, afinal, também são borgonheses!!
Domingo e segunda pernoitaremos em Dijon, entre mostardas típicas e telhados coloridos.
Canal do Doubs em Dole
Prédio remanscente da Abadia de Citeaux
Aproveitando o domingo de "folga", uma vez que a tarde de ontem foi suficiente para conhecermos a maior parte dos atrativos de Beaune, resolvemos dar uma esticada e conhecer a cidade de Dole - antiga capital de Franche-Conté - situada a 60 km de Beaune.
Em Dole não resistimos ao convite de uma cantina à beira do canal do Doubs e almoçamos um legítimo tagliatele aos 4 queijos, acompanhado por vinho tinto italiano.
Dole possui um centro histórico bastante interessante, tendo por destaque a Catedral de Notre Dame, cuja capela se encontra entre as mais bonitas da França.
Hoje também aproveitamos para conhecer a Abadia de Cisterciense de Citeaux - ou o que sobrou de sua construção original - e tomar-mos uma verdadeira lição de história desde o século 11º, época de sua fundação.
O sol não deu as caras neste sábado. Esperamos que ele retorne amanhã, quando faremos um tour pela Côte d'Or no trecho entre Beaune e Dijon, justamente onde se fazem os vinhos mais poderosos da Borgonha, a exemplo do Romaneé, do Chambertin e do Vougeot.
Pena que só possamos contemplar, afinal o preço desses vinhos é cotado em centenas de euros, às vezes milhares, a depender da safra.
Enquanto isso, vamos tomando nossos vinhos básicos que, afinal, também são borgonheses!!
Domingo e segunda pernoitaremos em Dijon, entre mostardas típicas e telhados coloridos.
Canal do Doubs em Dole
Prédio remanscente da Abadia de Citeaux
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Na Côte d'Or
Dia 29 de outubro de 2010 - sexta-feira
Hoje percorremos a primeira parte da Côte d'Or, a Côte de Beaune, passando pelos vinhedos das cidades de Santenay, Chassagne-Montrachet, Puligny-Montrachet, Meursault, Monthelie, Volnay, Pommard e Beaume. A qualidade dos vinhedos, que resultam em vinhos extraordinários, se reflete na qualidade de vida das vilas produtoras que expõem de forma explícita a riqueza proveniente da viti-vinicultura.
Pernoitaremos por duas noites em Beaune, pólo principal da Côte d'Or, onde se negociam todos os vinhos produzidos na região. É a cidade mais rica da região, possuindo uma renda per capita superior à de Dijon, capital da Borgonha.
Essa característica de Beaune encarece o preço da hospedagem, sendo o mais elevado da região. Demos sorte em encontrar um hotel bem localizado - o Aubergue Boorguignonne - a um preço bem razoável e que ofereceu um dos melhores quartos da viagem.
A grande atração de Beaune é sem dúvida o Hôtel Dieu - antiga hospedaria construída no século 15 para abrigar os flagelados da Guerra dos Cem Anos - com seus telhados coloridos e sua obras de arte.
Vila de Mersault
Hotel Dieu (Beaune)
Hoje percorremos a primeira parte da Côte d'Or, a Côte de Beaune, passando pelos vinhedos das cidades de Santenay, Chassagne-Montrachet, Puligny-Montrachet, Meursault, Monthelie, Volnay, Pommard e Beaume. A qualidade dos vinhedos, que resultam em vinhos extraordinários, se reflete na qualidade de vida das vilas produtoras que expõem de forma explícita a riqueza proveniente da viti-vinicultura.
Pernoitaremos por duas noites em Beaune, pólo principal da Côte d'Or, onde se negociam todos os vinhos produzidos na região. É a cidade mais rica da região, possuindo uma renda per capita superior à de Dijon, capital da Borgonha.
Essa característica de Beaune encarece o preço da hospedagem, sendo o mais elevado da região. Demos sorte em encontrar um hotel bem localizado - o Aubergue Boorguignonne - a um preço bem razoável e que ofereceu um dos melhores quartos da viagem.
A grande atração de Beaune é sem dúvida o Hôtel Dieu - antiga hospedaria construída no século 15 para abrigar os flagelados da Guerra dos Cem Anos - com seus telhados coloridos e sua obras de arte.
Vila de Mersault
Hotel Dieu (Beaune)
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Uma caminhada ao topo do Mont Beuvray
Dia 28 de outubro de 2010 - quinta-feira
A viagem de hoje foi, pelo terceiro dia consecutivo, feita sob sol e temperatura agradável. O mau tempo parece ter dadouma colher de chá, o que contribuiu bastante para curtirmos a natureza do Parc naturel Regional du Morvan. A aventura de hoje foi subir o Mont Beuvray, um dos pontos mais altos do Morvan, com 821m de altitude. Do alto, uma vista deslumbrante da planície abaixo compensou integralmente o esforço da subida, de cerca de 6 km.
Registre-se que a trilha é intregralmente pavimentada, facilitando enormemente a caminhada. Nesses momentos eu me pergunto porque no Brasil temos que fazer sacrifício para acessar nossos atrativos naturais, isso quando as condições dos acessos são tão difíceis que até nos impedem de visitá-los. Bom, isso é uma outra história. Por enquanto vou contando as coisas boas que estamos fazendo.
Hoje chegamos cedo à cidade de Autun, mas uma boa surpresa da viagem. A cidade, de origem romana, fundada no século Iº, é repleta de símbolos romanos: teatros, torres, pórticos. Graças à nossa agilidade pudemos visitar todos os pontos históricos da cidade. Amanhã postaremos as fotos.
Amanhã seguiremos rumo à Côte d'Or, a mais cultuada região vinícola da França, produtora dos cobiçados e caros vinhos AOC da Borgonha.
Quem sabe poderemos degustar algum!
Ruína de teatro romano em Autun
Pirâmide de Pedra em Autun
A viagem de hoje foi, pelo terceiro dia consecutivo, feita sob sol e temperatura agradável. O mau tempo parece ter dadouma colher de chá, o que contribuiu bastante para curtirmos a natureza do Parc naturel Regional du Morvan. A aventura de hoje foi subir o Mont Beuvray, um dos pontos mais altos do Morvan, com 821m de altitude. Do alto, uma vista deslumbrante da planície abaixo compensou integralmente o esforço da subida, de cerca de 6 km.
Registre-se que a trilha é intregralmente pavimentada, facilitando enormemente a caminhada. Nesses momentos eu me pergunto porque no Brasil temos que fazer sacrifício para acessar nossos atrativos naturais, isso quando as condições dos acessos são tão difíceis que até nos impedem de visitá-los. Bom, isso é uma outra história. Por enquanto vou contando as coisas boas que estamos fazendo.
Hoje chegamos cedo à cidade de Autun, mas uma boa surpresa da viagem. A cidade, de origem romana, fundada no século Iº, é repleta de símbolos romanos: teatros, torres, pórticos. Graças à nossa agilidade pudemos visitar todos os pontos históricos da cidade. Amanhã postaremos as fotos.
Amanhã seguiremos rumo à Côte d'Or, a mais cultuada região vinícola da França, produtora dos cobiçados e caros vinhos AOC da Borgonha.
Quem sabe poderemos degustar algum!
Ruína de teatro romano em Autun
Pirâmide de Pedra em Autun
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Mais um dia de sol na Borgonha
Dia 27 de outubro de 2010 - quarta-feira
Dois dias seguidos de sol na França, ao final de outubro e sem qualquer nuvem no céu é para comemorar. Principalmente se a temperatura mantem-se em um patamar confortável, como hoje. Foi nesse clima que conhecemos a vila de Cluny e sua famosa "abadia". Coloco entre aspas porque o que vemos na verdade são as ruínas daquela que foi na antiguidade o maior templo cristão do ocidente. É uma pena que a barbárie tenha destruído esse verdadeiro monumento histórico. De qualquer pode-se ter uma idéia da grandiosidade do templo examinando-se as partes que restaram intactas, reforçado pela maquete da abadia priginal e por um filme em 3D.
É sem dúvida um atrativo turístico que vale a visita pois cada recanto transpira história.
Passando pelos Castelos de Berzé-le-Chatel e Cormatim, fizemos nossa parada para pernoite na linda cidade de Paray-le-Monial, um centro religioso muito prestigiado na França.
Nessa cidade visitamos, entre outros templos religiosos, a Basílica do Sagrado Coração e a Capela das Aparições, onde Santa Margarida Maria teria tido as visões do Sagrado Coraçãode Jesus.
Terminamos a noite jantando em um restaurante à beira do canal que corta a cidade e bebendo um legítimo vinho Côte du Rhone.
Amanhã pretendemos atravessar o Parque Natural Regional do Morvan e pernoitar em Autum antiquissima cidade romana fundada no século Iº.
Café da manhã no chambres d'hôtes
Basílica do Sagrado Coração (Paray-le-Monial)
Dois dias seguidos de sol na França, ao final de outubro e sem qualquer nuvem no céu é para comemorar. Principalmente se a temperatura mantem-se em um patamar confortável, como hoje. Foi nesse clima que conhecemos a vila de Cluny e sua famosa "abadia". Coloco entre aspas porque o que vemos na verdade são as ruínas daquela que foi na antiguidade o maior templo cristão do ocidente. É uma pena que a barbárie tenha destruído esse verdadeiro monumento histórico. De qualquer pode-se ter uma idéia da grandiosidade do templo examinando-se as partes que restaram intactas, reforçado pela maquete da abadia priginal e por um filme em 3D.
É sem dúvida um atrativo turístico que vale a visita pois cada recanto transpira história.
Passando pelos Castelos de Berzé-le-Chatel e Cormatim, fizemos nossa parada para pernoite na linda cidade de Paray-le-Monial, um centro religioso muito prestigiado na França.
Nessa cidade visitamos, entre outros templos religiosos, a Basílica do Sagrado Coração e a Capela das Aparições, onde Santa Margarida Maria teria tido as visões do Sagrado Coraçãode Jesus.
Terminamos a noite jantando em um restaurante à beira do canal que corta a cidade e bebendo um legítimo vinho Côte du Rhone.
Amanhã pretendemos atravessar o Parque Natural Regional do Morvan e pernoitar em Autum antiquissima cidade romana fundada no século Iº.
Café da manhã no chambres d'hôtes
Basílica do Sagrado Coração (Paray-le-Monial)
Na terra da Chardonnay
Dia 26 de outubro de 2010 – terça-feira
Hoje deixamos para trás a região do Vale do Ródano e penetramos na Borgonha, a mais prestigiosa região produtora de vinho da França. Como planejamos, degustamos um Frango de Bresse. Não na cidade de Bourg-em-Bresse como desejávamos, mas na estrada, numa outra farofada tipicamente francesa: frango com batatas.
O sol acompanhou-nos durante todo o dia, finalmente deixando para trás a chuva e a neblina.
A primeira cidade da Borgonha que visitamos foi Macon, uma charmosa vila à beira do Rio Saône. Como estamos dando preferência às pequenas vilas optamos por deixar Macon e tentar um hotel em alguma vila próxima aos vinhedos da Região Maconnais.
Foi assim que acabamos por nos alojar em um chambres d’hôtes na comunidade La Grange Du Bois, em frente à Roche de Solutré, um sítio arqueológico localizado a 500 m de altitude, a cujo topo se chega por uma trilha moderada de 30 minutos e do qual se descortina uma vista privilegiada de 360º.
Subimos a rocha por volta de 4 horas da tarde e demos muita sorte pois o dia estava tão limpo que do topo da pedra pudemos avistar o pico Montblanc, nos Alpes, com suas neves eternas.
Foi uma maneira de compensar nossa desistência de ir a Chamonix em razão das baixas temperaturas.
À noite jantamos na vila de Leynes, a 3 km do Chambres d’Hôtes, no restaurante Le Fin Bec, o qual recomendamos pela excelência da comida e dos serviços. Afinal ninguém é de ferro e para terminar a noite nada melhor que um suculento Le Cocq au Vin acompanhado por um legítimo Chardonnay Puilly-Fuissié ( AOC). (très chic!).
Amanhã visitaremos a Abadia de Cluny.Roche de Solutré
Monastério de Brou (Bourg-en-Bresse)
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Na terra do frango de Origem Controlada
Dia 25 de outubro de 2010 - segunda-feira
Após dois dias em Annecy, estamos quase deixando a região do Vale do Ródano. Chegamos na cidade onde se criam frangos de "Appelation d'Origine Contrôlée" (AOC), à exemplo dos vinhos franceses: Bourg-en-Bresse. Coisa chic. Quem sabe amanhã poderemos degustar um prá ver se é melhor do que nossa tradicional galinha caipira, sem origem controlada, porém de sabor inenarrável.
Amanhã conheceremos o centro da cidade e a Abadia de Brou, construída no século 16, um dos atrativos turísticos mais visitados da França.
No trecho de hoje visitamos a cidade medieval de Perouges, uma bem preservada vila fortificada, toda construída em pedras. Foi uma grata surpresa.
Cidade Mediaval de Pèrouge
Rio Rhône
Após dois dias em Annecy, estamos quase deixando a região do Vale do Ródano. Chegamos na cidade onde se criam frangos de "Appelation d'Origine Contrôlée" (AOC), à exemplo dos vinhos franceses: Bourg-en-Bresse. Coisa chic. Quem sabe amanhã poderemos degustar um prá ver se é melhor do que nossa tradicional galinha caipira, sem origem controlada, porém de sabor inenarrável.
Amanhã conheceremos o centro da cidade e a Abadia de Brou, construída no século 16, um dos atrativos turísticos mais visitados da França.
No trecho de hoje visitamos a cidade medieval de Perouges, uma bem preservada vila fortificada, toda construída em pedras. Foi uma grata surpresa.
Cidade Mediaval de Pèrouge
Rio Rhône
domingo, 24 de outubro de 2010
Um dia chuvoso em Annecy
Dia 24 de outubro de 2010 - domingo
O domingo não foi dos mais brilhantes, literalmente. Choveu o dia todo e a temperatura esteve sempre em volta dos 5 graus. O resultado é que saímos pouco do hotel. Apenas o suficiente para tirar algumas fotos e para reforçar a boa impressão que tínhamos da cidade. A beleza do lago, dos canais e de seu seu centro antigo, bem como a ebulição da grande quantidade de bares e restaurantes, dão o tom do turismo na cidade e a tornam uma das mais visitadas da França. A localização do hotel em que nos alojamos - mais uma vez o Ibis - ajudou-nos nessa tarefa. Situado no coração da cidade, e próximo ao lago, permitiu-nos dar rápidas escapadas e retornar ao hotel para fugir do frio e nos preparar psicologicamente para o frio de amanhã em Chamonix- Mont Blanc, nos Alpes Franceses, o lugar mais frio de França! Isso se não desistirmos no meio do caminho pois a previsão é de neve para amanhã e, confesso, não estou com a mínima vontade de dirigir na neve...na montanha!
Amanhã conto a aventura.
Canal
Centro Antigo
O domingo não foi dos mais brilhantes, literalmente. Choveu o dia todo e a temperatura esteve sempre em volta dos 5 graus. O resultado é que saímos pouco do hotel. Apenas o suficiente para tirar algumas fotos e para reforçar a boa impressão que tínhamos da cidade. A beleza do lago, dos canais e de seu seu centro antigo, bem como a ebulição da grande quantidade de bares e restaurantes, dão o tom do turismo na cidade e a tornam uma das mais visitadas da França. A localização do hotel em que nos alojamos - mais uma vez o Ibis - ajudou-nos nessa tarefa. Situado no coração da cidade, e próximo ao lago, permitiu-nos dar rápidas escapadas e retornar ao hotel para fugir do frio e nos preparar psicologicamente para o frio de amanhã em Chamonix- Mont Blanc, nos Alpes Franceses, o lugar mais frio de França! Isso se não desistirmos no meio do caminho pois a previsão é de neve para amanhã e, confesso, não estou com a mínima vontade de dirigir na neve...na montanha!
Amanhã conto a aventura.
Canal
Centro Antigo
sábado, 23 de outubro de 2010
Chegando à Região dos Alpes
Dia 23 de outubrode 2010 - sábado
Depedimo-nos de Franche-Comté em grande estilo: transpondo serras, vales e desfiladeiros entre a vila de Salins-les-Bains,em Franche-Comté, até a cidade de Annecy, na região dos Alpes. No circuito de hoje foi privilegiado o contato direto com a natureza. Conhecemos a Cascade de Tufs, uma pequena cachoeira de águas verdes e cristalinas localizada na comunidade de Planches, entre Arbois e Champagnole; A nascente do Rio Ain, na Vila de Conte, próximo a Champagnole; a Cascade Billaude, uma sequência de pequenas cachoeiras na Vila la Billaude e as Cascades du Herisson, próximo a Doucier.
O trecho mais bonito de hoje, entretanto, foi a travessia do desfiladeiro Sous Balme, entre as cidades de Mijoux e Bellegarde-sur-Valserine, pela estrada D991, a caminho de Annecy.
Outro aspecto interessante é que o Rio Ain, a exemplo dos rio Loue e Lison, nasce de dentro de uma montanha, o que nos leva a imaginar que essa é uma característica dos rios de Franche-Comté em razão de seu relevo predominatemente montanhoso.
Em Annecy pernoitaremos 2 dias. Para conhecer a cidade e também para descansar um pouco pois a viagem está num ritmo muito intenso.
Hoje encontramos muitos postos fechados e nçao conseguimos colocar combustível. Como ainda estou com 3/4 de tanque e o carro é muito econômico, ainda tenho uma autonomia de aproximadamente 800 km o que nos dá bastante tranquilidade.
Comunidade de Planches no fundo do vale
Nascente do Rio Ain
Depedimo-nos de Franche-Comté em grande estilo: transpondo serras, vales e desfiladeiros entre a vila de Salins-les-Bains,em Franche-Comté, até a cidade de Annecy, na região dos Alpes. No circuito de hoje foi privilegiado o contato direto com a natureza. Conhecemos a Cascade de Tufs, uma pequena cachoeira de águas verdes e cristalinas localizada na comunidade de Planches, entre Arbois e Champagnole; A nascente do Rio Ain, na Vila de Conte, próximo a Champagnole; a Cascade Billaude, uma sequência de pequenas cachoeiras na Vila la Billaude e as Cascades du Herisson, próximo a Doucier.
O trecho mais bonito de hoje, entretanto, foi a travessia do desfiladeiro Sous Balme, entre as cidades de Mijoux e Bellegarde-sur-Valserine, pela estrada D991, a caminho de Annecy.
Outro aspecto interessante é que o Rio Ain, a exemplo dos rio Loue e Lison, nasce de dentro de uma montanha, o que nos leva a imaginar que essa é uma característica dos rios de Franche-Comté em razão de seu relevo predominatemente montanhoso.
Em Annecy pernoitaremos 2 dias. Para conhecer a cidade e também para descansar um pouco pois a viagem está num ritmo muito intenso.
Hoje encontramos muitos postos fechados e nçao conseguimos colocar combustível. Como ainda estou com 3/4 de tanque e o carro é muito econômico, ainda tenho uma autonomia de aproximadamente 800 km o que nos dá bastante tranquilidade.
Comunidade de Planches no fundo do vale
Nascente do Rio Ain
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Surpresos com Franche-Comté
Dia 22 de outubro de 2010 - sexta-feira
Começamos o dia de hoje com uma temperatura de -2º. Encontramos o carro coberto de gelo. Mas isso não nos impediu de continuar curtindo a viagem. Somos guerreiros. Hoje conhecemos dois atrativos de beleza excepcionais: o salto do Rio Doubs, na fronteira com a Suiça (como ninguém é de ferro, atravessamos a fronteira para tomar um legítimo chocolate suiço). Infelizmente não pudemos fazer o passeio de barco pelo rio - nesse período o serviço só é prestado nos fins de semana -, porém isso não impediu de ir até o local de carro e ter acesso ao salto após uma caminhada leve de 40 minutos.
O outro ponto de rara beleza foi a nascente do Rio Lison, próximo a Salins-les-Bains. Assim como o Rio Loue, que vimos ontem, o Rio Lison nasce do interior de uma montanha, em um recanto particularmente bonito.
O pernoite de hoje será na vila de Salins-les-Bains, uma estação termal. A cidade em si não é grande coisa, ao contrário, nos pareceu sombria e pouco aconchegante. Entretanto, foi uma parada estratégica para a continuação de nossa viagem.
A região de Franche-Comté tem sido uma grande surpresa, especialmente pelo relevo variado e pela beleza de suas paisagens.
A primeira avaliação é que a Alsácia possui vilas mais bonitas e aconchegantes, enquanto Franche-Comté apresenta uma natureza mais diversificada.
Amanhã possivelmente sairemos de Franche-Comté e entraremos na região dos Alpes.
Pela dinâmica da viagem não sabemos onde pernoitaremos amanhã.
Até o momento não tivemos problema com combustível, mas por precaução não deixamos o tanque baixar de 3/4.
Nossa preocupação agora já se situa no futuro pois com a greve geral decretada para o dia 6 de novembro não sei até que ponto isso interferirá em nossa viagem para o Brasil. Estamos especialmente preocupados em razão da necessidade de justificarmos a ausência das eleições.
De qualquer sorte, continuaremos curtindo a viagem.
Vista do Mirante do Doubs
Nascente do Rio Lison
Começamos o dia de hoje com uma temperatura de -2º. Encontramos o carro coberto de gelo. Mas isso não nos impediu de continuar curtindo a viagem. Somos guerreiros. Hoje conhecemos dois atrativos de beleza excepcionais: o salto do Rio Doubs, na fronteira com a Suiça (como ninguém é de ferro, atravessamos a fronteira para tomar um legítimo chocolate suiço). Infelizmente não pudemos fazer o passeio de barco pelo rio - nesse período o serviço só é prestado nos fins de semana -, porém isso não impediu de ir até o local de carro e ter acesso ao salto após uma caminhada leve de 40 minutos.
O outro ponto de rara beleza foi a nascente do Rio Lison, próximo a Salins-les-Bains. Assim como o Rio Loue, que vimos ontem, o Rio Lison nasce do interior de uma montanha, em um recanto particularmente bonito.
O pernoite de hoje será na vila de Salins-les-Bains, uma estação termal. A cidade em si não é grande coisa, ao contrário, nos pareceu sombria e pouco aconchegante. Entretanto, foi uma parada estratégica para a continuação de nossa viagem.
A região de Franche-Comté tem sido uma grande surpresa, especialmente pelo relevo variado e pela beleza de suas paisagens.
A primeira avaliação é que a Alsácia possui vilas mais bonitas e aconchegantes, enquanto Franche-Comté apresenta uma natureza mais diversificada.
Amanhã possivelmente sairemos de Franche-Comté e entraremos na região dos Alpes.
Pela dinâmica da viagem não sabemos onde pernoitaremos amanhã.
Até o momento não tivemos problema com combustível, mas por precaução não deixamos o tanque baixar de 3/4.
Nossa preocupação agora já se situa no futuro pois com a greve geral decretada para o dia 6 de novembro não sei até que ponto isso interferirá em nossa viagem para o Brasil. Estamos especialmente preocupados em razão da necessidade de justificarmos a ausência das eleições.
De qualquer sorte, continuaremos curtindo a viagem.
Vista do Mirante do Doubs
Nascente do Rio Lison
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Aventura em Franche-Comté
Dia 21 de outubro de 2010 - quinta-feira
A previsão para o dia de hoje seria conhecer a cidade de Besançon, onde dormiríamos. Entretanto, temos acompanhado os últimos acontecimentos na França por conta dos protestos contra a reforma da previdência e constatamos que o tempo anda quente nas grandes cidades. Assim, decidimos não ir a Besançon, uma cidade média, por precaução. A decisão mostrou-se acertada, pois a alteração que fizemos no roteiro levou-nos a conhecer uma região belíssima, pontuada por montanhas, cânions, rios e cachoeiras. Cheguei em casa! Conhecemos hoje uma das nascentes de rio mais fascinantes que já vi: a nascente do rio Loue, que sai de dentro da montanha! Amanhã daremos continuidade ao passeio pelas montanhas com um passeio de barco pelos cânions do rio Doubs (se o tempo permitir), além de conhecer outras cachoeiras.
Hoje, mais uma vez, a neblina acompanhou-nos até as 12 horas, quando surgiu o sol. O frio entrou de vez. Temos encarado uma temperatura entre 5 e 10 graus, mesmo sob o sol. À noite a temperatura tem caído para algo em torno de zero grau.
Registre-se que o aquecimento dos hotéis tem estado impecável. Temos dormido com uma temperatura em torno de 25 graus.
No percurso conhecemos a Chapelle de Notre-Dame-du-Haut, em Ronchamp, uma inusitada construção moderna, projetada por Le Corbusier, cuja principal característica é a iluminação que é feita exclusivamente com luz natural.
O pernoite de hoje será na cidade de Pontarlier.
Chapelle de Notre-Dame-du-Haut
Nascente do Rio Loue
A previsão para o dia de hoje seria conhecer a cidade de Besançon, onde dormiríamos. Entretanto, temos acompanhado os últimos acontecimentos na França por conta dos protestos contra a reforma da previdência e constatamos que o tempo anda quente nas grandes cidades. Assim, decidimos não ir a Besançon, uma cidade média, por precaução. A decisão mostrou-se acertada, pois a alteração que fizemos no roteiro levou-nos a conhecer uma região belíssima, pontuada por montanhas, cânions, rios e cachoeiras. Cheguei em casa! Conhecemos hoje uma das nascentes de rio mais fascinantes que já vi: a nascente do rio Loue, que sai de dentro da montanha! Amanhã daremos continuidade ao passeio pelas montanhas com um passeio de barco pelos cânions do rio Doubs (se o tempo permitir), além de conhecer outras cachoeiras.
Hoje, mais uma vez, a neblina acompanhou-nos até as 12 horas, quando surgiu o sol. O frio entrou de vez. Temos encarado uma temperatura entre 5 e 10 graus, mesmo sob o sol. À noite a temperatura tem caído para algo em torno de zero grau.
Registre-se que o aquecimento dos hotéis tem estado impecável. Temos dormido com uma temperatura em torno de 25 graus.
No percurso conhecemos a Chapelle de Notre-Dame-du-Haut, em Ronchamp, uma inusitada construção moderna, projetada por Le Corbusier, cuja principal característica é a iluminação que é feita exclusivamente com luz natural.
O pernoite de hoje será na cidade de Pontarlier.
Chapelle de Notre-Dame-du-Haut
Nascente do Rio Loue
De Lorraine a Franche-Comté
Dia 20 de outubro de 2010 - quarta-feira
Neve na montanha! Brrrrrrrr
Citadela de Belfort
Após um dia de relativa tensão em virtude das chuvas e da neblina na montanha, nosso percurso de hoje nos trouxe imagens espetaculares. A travessia da montanha, desde La Bresse – na região de Lorraine, onde pernoitamos ontem – até a vila de Belfort - na região de Franche-Comté, onde pernoitaremos hoje - pelo lugar denominado Baloon d’Alsace situado a 1065 de altura no Parc Naturel de Baloon des Vosges, trouxe-nos paisagens surpreendentes e, até certo ponto, preocupantes: em razão das baixas temperaturas da madrugada, foi formada uma camada de gelo no topo das montanhas, inclusive por onde passamos. Imaginem, uma pessoa acostumada a dirigir nas estradas esburacadas e poeirentas do Brasil, de repente dirigindo por uma estrada coberta por uma fina camada de gelo! Não é preciso dizer que atravessei a montanha em 1ª e 2ª marchas!
Apesar da adrenalina, a viagem foi altamente recompensada pelas imagens que registramos.
Em Belfort, um breve passeio pelo centro da cidade, com visita à citadela – uma espécie de forte cercado por muralhas e fossos – e à catedral foi suficiente para ter um conhecimento mínimo da cidade.Neve na montanha! Brrrrrrrr
Citadela de Belfort
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Ainda a Rota dos vinhos da Alsácia
Dia 19 de outubro de 2010 - terça-feira
Hoje continuamos nossa viagem pela rota dos vinhos da Alsácia. Nesta etapa, fizemos o trecho entre Obernai e Guebwiller, passando pelas seguintes vilas: Dambach-la-Ville, Scherwiller, Bergheim, Riquewir, Colmar e Guebwiller. Nesse trecho conhecemos as cidades mais bonitas da Rota dos Vinhos: Bergheim, Ribeauvillé e Riquewihr. Também visitamos o Chateau Haut-Koenigsbourg, um verdadeiro labirinto de pedras construído no alto de uma serra, nas proximidades de Selestat.
Os vinhedos já estão tingidos de amarelo, com as vinhas próximas a perderem suas folhas e se preparando para a hibernação do inverno. Entretando, ainda vimos algumas vinícolas procederem às últimas colheitas.
É notável a área de cultivo das vinhas. Desde Obernai elas se estendem a perder de vista, ligando-se às vilas, subindo as colinas, colorindo a paisagem.
Hoje, ao final do dia, em Guebwiller, tomei uma decisão equivocada: decidi atravessar a serra para hospedar-se em Gerardmer e amnhã seguir viagem para Belfort.
Ocorre que fomos surpreendidos no alto da serra por uma forte chuva e intensa cerração e a viagem prevista para demorar cerca de 40 min demorou o dobro e nem sequer conseguimos chegar a Gerardmer. Salvou-nos, na vila La Bresse, a providencial rede Ibis que, sem esperamos, apareceu de repente à nossa frente. Eu amo a rede Ibis! A Alzenda mais ainda. Afinal, após mais de uma hora de orações a rede ìbis a atendeu!
Como estávamos cansados, decidimos jantar próximo ao hotel em um restaurante...chinês! Nunca pensei que gostaria tanto de comida chinesa.
Amanhã atravessaremos outra vez a serra - esperamos que com tempo bom - em direção a Belfort, onde possivelmente pernoitaremos.
Restaurante onde almoçamos em Ribeauvillé
Casa florida em Riquewir
Hoje continuamos nossa viagem pela rota dos vinhos da Alsácia. Nesta etapa, fizemos o trecho entre Obernai e Guebwiller, passando pelas seguintes vilas: Dambach-la-Ville, Scherwiller, Bergheim, Riquewir, Colmar e Guebwiller. Nesse trecho conhecemos as cidades mais bonitas da Rota dos Vinhos: Bergheim, Ribeauvillé e Riquewihr. Também visitamos o Chateau Haut-Koenigsbourg, um verdadeiro labirinto de pedras construído no alto de uma serra, nas proximidades de Selestat.
Os vinhedos já estão tingidos de amarelo, com as vinhas próximas a perderem suas folhas e se preparando para a hibernação do inverno. Entretando, ainda vimos algumas vinícolas procederem às últimas colheitas.
É notável a área de cultivo das vinhas. Desde Obernai elas se estendem a perder de vista, ligando-se às vilas, subindo as colinas, colorindo a paisagem.
Hoje, ao final do dia, em Guebwiller, tomei uma decisão equivocada: decidi atravessar a serra para hospedar-se em Gerardmer e amnhã seguir viagem para Belfort.
Ocorre que fomos surpreendidos no alto da serra por uma forte chuva e intensa cerração e a viagem prevista para demorar cerca de 40 min demorou o dobro e nem sequer conseguimos chegar a Gerardmer. Salvou-nos, na vila La Bresse, a providencial rede Ibis que, sem esperamos, apareceu de repente à nossa frente. Eu amo a rede Ibis! A Alzenda mais ainda. Afinal, após mais de uma hora de orações a rede ìbis a atendeu!
Como estávamos cansados, decidimos jantar próximo ao hotel em um restaurante...chinês! Nunca pensei que gostaria tanto de comida chinesa.
Amanhã atravessaremos outra vez a serra - esperamos que com tempo bom - em direção a Belfort, onde possivelmente pernoitaremos.
Restaurante onde almoçamos em Ribeauvillé
Casa florida em Riquewir
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
A Rota dos vinhos da Alsácia
Dia 18 de outubro de 2010 – segunda-feira
Hoje demos início à visita da rota do vinho da Alsácia, que começa na vila de Molsheim e vai até a vila de Thann. Hoje concluímos 1/3 da rota, até a vila de Obernai, onde nos hospedamos. Obernai é linda, aliás, esta é regra das vilas da Alsácia.
Visitamos também um lugar de peregrinação: o Monte Sainte Odile, situado em em uma serra a poucos km de Obernai. Infelizmente não pudemos apreciar o visual de seu mirante em razão da intensidade da neblina.
Hoje não choveu, ao contrário, à tarde o sol apareceu aumentando um pouco a temperatura que se manteve em torno de 8 graus (pela manhã e à noite a temperatura cai mais ainda obrigando-nos a ficar permanentemente bem agasalhados.
O outono mostrou sua cara, colorindo de amarelo-ouro as florestas e os vinhedos.
A hospedagem em Obernai é de ótima qualidade e a preço relativamente baixos para o padrão francês.
Amanhã possivelmente pernoitaremos em Colmar (ou nas proximidades).
A expectativa para a viagem de amanhã é bastante alto, pois as vilas que visitaremos constam como as mais bonitas da Alsácia.
Até o momento não tivemos problemas com abastecimento,então vamos em frente!Vila de Rosheim
Hotel du Governeur em Obernai
domingo, 17 de outubro de 2010
Um domingo em Strasbourg
Dia 17 de outubro de 2010 - domingo
Dedicamos o domingo para caminhar pela cidade e conhecer os seus recantos. Para maximizar o tempo de permanência, decidimos fazer o passeio de barco pelos canais que envolvem a cidade. Strasbourg superou as espectativas. É realmente uma bela cidade. Uma das mais bonitas da França. Ela reúne harmoniosamente, diferentes estilos de arquitetura, desde a medieval arquitetura da "Petitie France" até o modernismo da Cidade do Parlamento Europeu.
O frio chegou - espero que vá embora rápido - e obrigou-nos a andar bem agasalhados. O vento gelado levou-nos a nos recolher ao hotel às 4 da tarde, no conforto do aquecimento.
A pequena pausa é necessária para recompor as energias para o restante da viagem.
Amanhã faremos a rota do vinho, visitando as pequenas vilas produtoras e certamente muitas caves.
Continuamos acompanhando atentamente as manifestações na França torcendo para que não falte combustível.
almoçando em Strasbourg
Catedral de Strasbourg
Dedicamos o domingo para caminhar pela cidade e conhecer os seus recantos. Para maximizar o tempo de permanência, decidimos fazer o passeio de barco pelos canais que envolvem a cidade. Strasbourg superou as espectativas. É realmente uma bela cidade. Uma das mais bonitas da França. Ela reúne harmoniosamente, diferentes estilos de arquitetura, desde a medieval arquitetura da "Petitie France" até o modernismo da Cidade do Parlamento Europeu.
O frio chegou - espero que vá embora rápido - e obrigou-nos a andar bem agasalhados. O vento gelado levou-nos a nos recolher ao hotel às 4 da tarde, no conforto do aquecimento.
A pequena pausa é necessária para recompor as energias para o restante da viagem.
Amanhã faremos a rota do vinho, visitando as pequenas vilas produtoras e certamente muitas caves.
Continuamos acompanhando atentamente as manifestações na França torcendo para que não falte combustível.
almoçando em Strasbourg
Catedral de Strasbourg
sábado, 16 de outubro de 2010
Chegando a Estrasbourgo
Dia 16 de outubro de 2010 - sábado
Dedicamos o dia de hoje a conhecer o Departamento do Bas-Rhin (norte da Alsácia), visitando suas vilas floridas (um órgão oficial do Governo Francês que incentiva a ornamentação das vilas com flores naturais, classifica as vilas francesas de 1 a 3 flores, conforme o nível de sua ornamentação).
Visitamos as seguintes vilas: Steinseltz, Seebach, Hunspach, Hoffen, Hatten, Betschdorf e Haguenau. As vilas de Seebach, Hunspach e Betschdorf são absolutamente imperdíveis, seja por suas flores seja por sua arquitetura.
Decidimos antecipar nossa chegada a Strasbourg para hoje para facilitar nossa entrada e alojamento afim de evitar os transtornos costumeiros de um dia útil em uma cidade grande.
A decisão mostrou-se acertada. A entrada na cidade e o alojamento foram bem fáceis. Hospedamo-nos no Hotel Ibis, perto da Gare Central, bem localizado em relação ao centro histórico da cidade. Registre-se que a rede Ibis tem sido uma surpresa favorável nessa aventura. Temos pago uma tarifa honesta e temos recebido um serviço de bom nível. O Ibis tem se mostrado uma boa alternativa de hospedagem.
Hoje já foi possível dar uma primeira volta no centro da cidade. Amanhã completaremos o citi-tour de maneira que possamos sair de Strasbourg na segunda feira. A primeira surpresa ficou por conta da magnificência da Catedral. Após conhecê-la, as demais catedrais da França ficam em segundo plano. Visita absolutamente imperdível.
Nossa chegada coincidiu com uma grande passeata contra a reforma de previdência. Foi um custo impedir que a Alzenda se integrasse à passeata gritando palavras de ordem.
Estamos preocupados com o desdobramento das greves, especialmente quando ao risco da falta de combustível. Outros aspectos das manifestações não nos preocupam pois a nossa viagem - salvo essa passagem por Strasbourg - está se desenvolvendo por vilas e estradas secundárias, onde os efeitos quase não são sentidos.
De qualquer maneira, se faltar combustível pararemos em uma pequena cidade, alugaremos uma quitinete e prolongaremos nossa estada na França até que a normalidade se restabeleça ou até que nosso dinheiro acabe.
Hoje pegamos um dia de chuva e frio e a previsão é que possa nevar nos próximos dias em razão de uma frente fria.
Continuo sem beber vinho! Hoje não resisti e tomei uma cerveja (que meu gastro não saiba). A semana que vem, meu remédio acaba e poderei ir à forra!
O roteiro de hoje foi feito pelas seguintes estradas: D263, D240, D34, D245, D249, D76, D52, D243, D263, D29, D37 e D267.
Continuamos sem pagar pedágio!
Arquitetura típica alsaciana
"Petite França" - Strasbourg
Dedicamos o dia de hoje a conhecer o Departamento do Bas-Rhin (norte da Alsácia), visitando suas vilas floridas (um órgão oficial do Governo Francês que incentiva a ornamentação das vilas com flores naturais, classifica as vilas francesas de 1 a 3 flores, conforme o nível de sua ornamentação).
Visitamos as seguintes vilas: Steinseltz, Seebach, Hunspach, Hoffen, Hatten, Betschdorf e Haguenau. As vilas de Seebach, Hunspach e Betschdorf são absolutamente imperdíveis, seja por suas flores seja por sua arquitetura.
Decidimos antecipar nossa chegada a Strasbourg para hoje para facilitar nossa entrada e alojamento afim de evitar os transtornos costumeiros de um dia útil em uma cidade grande.
A decisão mostrou-se acertada. A entrada na cidade e o alojamento foram bem fáceis. Hospedamo-nos no Hotel Ibis, perto da Gare Central, bem localizado em relação ao centro histórico da cidade. Registre-se que a rede Ibis tem sido uma surpresa favorável nessa aventura. Temos pago uma tarifa honesta e temos recebido um serviço de bom nível. O Ibis tem se mostrado uma boa alternativa de hospedagem.
Hoje já foi possível dar uma primeira volta no centro da cidade. Amanhã completaremos o citi-tour de maneira que possamos sair de Strasbourg na segunda feira. A primeira surpresa ficou por conta da magnificência da Catedral. Após conhecê-la, as demais catedrais da França ficam em segundo plano. Visita absolutamente imperdível.
Nossa chegada coincidiu com uma grande passeata contra a reforma de previdência. Foi um custo impedir que a Alzenda se integrasse à passeata gritando palavras de ordem.
Estamos preocupados com o desdobramento das greves, especialmente quando ao risco da falta de combustível. Outros aspectos das manifestações não nos preocupam pois a nossa viagem - salvo essa passagem por Strasbourg - está se desenvolvendo por vilas e estradas secundárias, onde os efeitos quase não são sentidos.
De qualquer maneira, se faltar combustível pararemos em uma pequena cidade, alugaremos uma quitinete e prolongaremos nossa estada na França até que a normalidade se restabeleça ou até que nosso dinheiro acabe.
Hoje pegamos um dia de chuva e frio e a previsão é que possa nevar nos próximos dias em razão de uma frente fria.
Continuo sem beber vinho! Hoje não resisti e tomei uma cerveja (que meu gastro não saiba). A semana que vem, meu remédio acaba e poderei ir à forra!
O roteiro de hoje foi feito pelas seguintes estradas: D263, D240, D34, D245, D249, D76, D52, D243, D263, D29, D37 e D267.
Continuamos sem pagar pedágio!
Arquitetura típica alsaciana
"Petite França" - Strasbourg
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Às portas da Alemanha
Dia 15 de outubro de 2010 - sexta-feira
O trecho percorrido hoje foi espetacular, mais bonito ainda que o trecho de ontem. Continuamos viajando em meio à floresta, desta vez, atravessamos o Parque Natural de Vosges do Norte, de grande beleza, fazendo a rota dos chateaus fortificados da Alsácia. As vilas percorridas, por sua vez, são extremamente agradáveis, com arquitetura baseada em madeira, com predominância do estilo enxaimel.
Os destaques foram as vilas de Petite Pierre e Wissembourg, esta na fronteira da Alemanha, ambas convidando a uma pernamência mais demorada e os diversos fortes da região.
A curiosidade fica por conta do nome das cidades e dos letreiros em que predominam a língua alemã. Nos diálogos ouvidos nas ruas imaginamos que estamos na Alemanha e não na França.
A propósito, hoje fizemos questão de entrar no território alemão - alguns metros - para registrar o fato.
O frio começou a se intensificar. Já estamos usando luva e cachecol. Espero que ao nos dirigirmos para o sul a temperatura melhore.
Nos trechos de ontem e de hoje percorremos em média 200 km.
Os roteiro está sendo tão alternativo que nem turista japonês estamos encontrando!!!,
Amanhã ainda pernoitaremos no norte da Alsácia, possivelmente em Huguenau, e domingo estaremos em Strasbourg.
O percurso efetuado foi o seguinte: D171, D1004, D122, D133, D178, D135, D917, D919, D157, D257, D198, D28, N1062, D53, D553, D53, D3, D925, D3 e D77.
Um chá na vila de Petite Pierre
Vila de Wissembourg
O trecho percorrido hoje foi espetacular, mais bonito ainda que o trecho de ontem. Continuamos viajando em meio à floresta, desta vez, atravessamos o Parque Natural de Vosges do Norte, de grande beleza, fazendo a rota dos chateaus fortificados da Alsácia. As vilas percorridas, por sua vez, são extremamente agradáveis, com arquitetura baseada em madeira, com predominância do estilo enxaimel.
Os destaques foram as vilas de Petite Pierre e Wissembourg, esta na fronteira da Alemanha, ambas convidando a uma pernamência mais demorada e os diversos fortes da região.
A curiosidade fica por conta do nome das cidades e dos letreiros em que predominam a língua alemã. Nos diálogos ouvidos nas ruas imaginamos que estamos na Alemanha e não na França.
A propósito, hoje fizemos questão de entrar no território alemão - alguns metros - para registrar o fato.
O frio começou a se intensificar. Já estamos usando luva e cachecol. Espero que ao nos dirigirmos para o sul a temperatura melhore.
Nos trechos de ontem e de hoje percorremos em média 200 km.
Os roteiro está sendo tão alternativo que nem turista japonês estamos encontrando!!!,
Amanhã ainda pernoitaremos no norte da Alsácia, possivelmente em Huguenau, e domingo estaremos em Strasbourg.
O percurso efetuado foi o seguinte: D171, D1004, D122, D133, D178, D135, D917, D919, D157, D257, D198, D28, N1062, D53, D553, D53, D3, D925, D3 e D77.
Um chá na vila de Petite Pierre
Vila de Wissembourg
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Entrando da Alsácia
Dia 14 de outubro de 2010 - quinta-feira
Hoje foi o dia de viagem mais bonito até agora. A visita da Alsácia-Lorraine começou em grande estilo. Primeiramente, as estradas percorridas são deslumbrantes. Desde Lunéville até Saverne - onde pernoitaremos hoje - 80% das estradas foram percorridas em meio a florestas.
Em segundo lugar, as vilas pelas quais passamos são muito bonitas, sendo que algumas delas chamaram atenção pela profusão de flores nas ruas e nas sacadas das casas.
Por fim, destaque para a vila de Baccarat e seu museu de cristais que expõe verdadeiras obras primas.
Em Baccarat, cujas obras de cristais são uma verdadeira tentação e um convite ao consumo tive que marcar a Alzenda de perto prá ela não cair em tentação.
Foram destaques da viagem, além do Museu de Baccarat, as vilas de Niederhaslach e Oberhaslach - extremamente floridas, especialmente a segunda - e o Rochedo de Dabo, uma capela no alto de um morro que permite uma vista de 360º.
O percurso feito foi o seguinte: D992, D400, D992, D935, D992, D182, D992, D392, D218, D143, D5, D143, D218, D229 e D1004.
Ps.: Nosso objetivo é chegar a Strasbourg no domingo. Não sem preocupação, pois estamos acompanhando as manifestações que tem ocorrido na França. Até o momento não tivemos problemas, mesmo porque estamos viajando por estradas secundárias e por pequenas vilas. Não sabemos se teremos problemas quando visitarmos uma cidade grande como Strasbourg. A última preocupação é que soubemos hoje que as refinarias estão em greve, assim corremos o risco de ficarmos sem gasolina.
De qualquer maneira, estamos nos deliciando com a viagem.
Os dois possantes
Vila de Oberhalasch
Hoje foi o dia de viagem mais bonito até agora. A visita da Alsácia-Lorraine começou em grande estilo. Primeiramente, as estradas percorridas são deslumbrantes. Desde Lunéville até Saverne - onde pernoitaremos hoje - 80% das estradas foram percorridas em meio a florestas.
Em segundo lugar, as vilas pelas quais passamos são muito bonitas, sendo que algumas delas chamaram atenção pela profusão de flores nas ruas e nas sacadas das casas.
Por fim, destaque para a vila de Baccarat e seu museu de cristais que expõe verdadeiras obras primas.
Em Baccarat, cujas obras de cristais são uma verdadeira tentação e um convite ao consumo tive que marcar a Alzenda de perto prá ela não cair em tentação.
Foram destaques da viagem, além do Museu de Baccarat, as vilas de Niederhaslach e Oberhaslach - extremamente floridas, especialmente a segunda - e o Rochedo de Dabo, uma capela no alto de um morro que permite uma vista de 360º.
O percurso feito foi o seguinte: D992, D400, D992, D935, D992, D182, D992, D392, D218, D143, D5, D143, D218, D229 e D1004.
Ps.: Nosso objetivo é chegar a Strasbourg no domingo. Não sem preocupação, pois estamos acompanhando as manifestações que tem ocorrido na França. Até o momento não tivemos problemas, mesmo porque estamos viajando por estradas secundárias e por pequenas vilas. Não sabemos se teremos problemas quando visitarmos uma cidade grande como Strasbourg. A última preocupação é que soubemos hoje que as refinarias estão em greve, assim corremos o risco de ficarmos sem gasolina.
De qualquer maneira, estamos nos deliciando com a viagem.
Os dois possantes
Vila de Oberhalasch
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Chegando a Lorraine
Dia 13 de outubro de 2010 - quarta-feira
Hoje deixamos para trás a Champanha e entramos na região de Lorraine. O pernoite de hoje será na cidade de Lunéville, uma pequena vila charmosa e aconchegante, 50 km após Nancy.
No percurso, passamos por Chalons-en-Champagne, Toul e Nancy.
Hoje nosso piquenique foi uma verdadeira farofada - sem farofa - pois não resistimos à tentação e compramos um frango assado no mercado de Chalons-en-Champagne, a nossa ansiedade para comer nosso frango era tão grande que paramos às 11 horas para degustá-lo, acompanhado por uma legítima baguete francesa, por batatas cozidas e suco de maçã. Um verdadeiro almoço. Tudo por menos de 10 euros!
Nossa economia foi por terra à noite com a hospedagem cujo café da manhã nos custará exatos 30 euros!
Mas sem crise, afinal é lua de mel.
Amanhã entraremos na Alsácia e temos grande expectativa com a viagem pois aparentemente é a região mais preservada da França, com um grande território ocupado por parques.
No percurso de hoje passamos pelas seguintes estradas: D9, D12, D933, D3, D994, D684, D11, D964, D36, D10, D36, D400.
Alzenda no Mercado de Chalons-en-Champagne
Hoje deixamos para trás a Champanha e entramos na região de Lorraine. O pernoite de hoje será na cidade de Lunéville, uma pequena vila charmosa e aconchegante, 50 km após Nancy.
No percurso, passamos por Chalons-en-Champagne, Toul e Nancy.
Hoje nosso piquenique foi uma verdadeira farofada - sem farofa - pois não resistimos à tentação e compramos um frango assado no mercado de Chalons-en-Champagne, a nossa ansiedade para comer nosso frango era tão grande que paramos às 11 horas para degustá-lo, acompanhado por uma legítima baguete francesa, por batatas cozidas e suco de maçã. Um verdadeiro almoço. Tudo por menos de 10 euros!
Nossa economia foi por terra à noite com a hospedagem cujo café da manhã nos custará exatos 30 euros!
Mas sem crise, afinal é lua de mel.
Amanhã entraremos na Alsácia e temos grande expectativa com a viagem pois aparentemente é a região mais preservada da França, com um grande território ocupado por parques.
No percurso de hoje passamos pelas seguintes estradas: D9, D12, D933, D3, D994, D684, D11, D964, D36, D10, D36, D400.
Alzenda no Mercado de Chalons-en-Champagne
Na terra do Champagne
Dia 12 de outubro de 2010 - (terça-feira)
Catedral de Reims - em restauração
Finalmente deixamos para trás a região da Picardia e entramos na Champanha. Hoje, pela segunda vez pernoitaremos em um Chambres d’Hôtes, desta vez na vila de Oger, entre Epernay e Chalons-en-Champagne.
Hoje decidimos abandonar de vez as estradas movimentadas e fomos recompensados com as mais belas paisagens da viagem até o momento, nas estradas secundárias que atravessam o Parque Natural das Montanhas de Reims. Além disso, percorremos duas rotas turísticas muito importantes na região: Le Chemin de Dames, região onde ocorreram várias batalhas durante a Primeira Guerra Mundial e a Rota do Champagne que passa por diversas vilas produtoras.
Aliás, por falar em guerra, A França cultua com fervor a lembrança de seus mortos nas guerras – especialmente na Primeira Grande Guerra, quando os mortos contam-se em centenas de milhares – sendo grande a quantidade de monumentos,memoriais e cemitérios militares e raras as cidades que não perderam seus filhos e que não os homenageiam.
Mesmo os turistas se emocionam ao constatar de maneira tão viva os horrores da guerra.
A Alzenda deu hoje um verdadeiro show de navegação, conduzindo-nos pelas pequenas vilas e estradas quase vicinais, sem titubear.
A destacar na viagem, além da beleza das estradas e das pequenas vilas, a esplêndida fachada da Catedral de Reims, uma das mais belas da França.
As estradas percorridas entre Laon e Oger foram as seguintes: D967, D903, D890, D88, D886, D102, D888, D967, D22, D32, D530, D944, A4, E46, D22, D26, D951, D26, D33, D71, D9, D1, D201, D951, D40 e D10.
Hoje a internet nos deu – mais uma vez – uma rasteira daí porque esta postagem segue com um dia de atraso.Catedral de Reims - em restauração
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Último dia na Picardia
Dia 11 de outubro de 2010 - último dia na Picardia
Hoje fez um tempo espetacular para uma viagem de carro. O sol fez-se presente durante todo o tempo e a temperatura - salvo alguns poucos momentos de frio intenso em razão do vento - manteve-se num patamar agradável, em torno de 20 graus.
Hoje percorremos cerca de 300 km, de Arras, na região de Nord-Pas de Calais, a Laon, na Região da Picardia. O percurso em linha reta daria menos da metade. Mas os atrativos nunca estão em linha reta, ainda bem!
Assim, para que pudéssemos maximizar a visita aos diversos atrativos espalhados pela região fomos obrigados a dar diversas voltas. Ao final o roteiro tornou-se um pouco cansativo pois só conseguimos chegar a Laon e nos instalar no hotel, às 6 horas da tarde. Dez horas após sair de Arras.
Neste trecho as estradas não apresentaram a mesma beleza das etapas anteriores - notadamente as duas primeiras - em alguns momentos, elas chegaram a ser monótonas em razão da predominância de campos cultivados com batata. Agora sabemos porque os franceses comem tanta batata! Certamente é para dar vazão às batatas produzidas na França!
Não obstante, conhecemos locais bastante interessante, como: Noyon, Compiègne, com seu Chateau de imensos Jardins e a Catedral de Saint Jacques que apresenta uma profusão de mármores e madeira; o Chateau de Chantilly, cujas dimensão e beleza ofuscam os chateaus do Vale do Loire; o Chateau de Pierrefonds, de grandiosa arquitetura e Laon, cidade construída no alto de uma colina, que apresenta uma das mais espetaculares catedrais da Picardia.
As estradas percorridas foram as seguintes: D17, D1017, D934, D932, D141, D1032, N31, D932, D165, N31, D13, D1011, D1016, D44, D924, N32, D1324, D520, D25, D335, N31, N2, D23, D18 e D967.
A hospedagem em Laon, a exemplo de Arras, será no Hotel Ibis, este não tão bem localizado quanto o de Arras, porém apresentando um padrão de serviços surpreendentemente bom para um duas estrelas, com instalações novas e um restaurante de bom nível.
Amanhã ainda não sabemos onde vamos parar! Mas com certeza será na região da Champanha.
Chateau de Pierrefonds
Hoje fez um tempo espetacular para uma viagem de carro. O sol fez-se presente durante todo o tempo e a temperatura - salvo alguns poucos momentos de frio intenso em razão do vento - manteve-se num patamar agradável, em torno de 20 graus.
Hoje percorremos cerca de 300 km, de Arras, na região de Nord-Pas de Calais, a Laon, na Região da Picardia. O percurso em linha reta daria menos da metade. Mas os atrativos nunca estão em linha reta, ainda bem!
Assim, para que pudéssemos maximizar a visita aos diversos atrativos espalhados pela região fomos obrigados a dar diversas voltas. Ao final o roteiro tornou-se um pouco cansativo pois só conseguimos chegar a Laon e nos instalar no hotel, às 6 horas da tarde. Dez horas após sair de Arras.
Neste trecho as estradas não apresentaram a mesma beleza das etapas anteriores - notadamente as duas primeiras - em alguns momentos, elas chegaram a ser monótonas em razão da predominância de campos cultivados com batata. Agora sabemos porque os franceses comem tanta batata! Certamente é para dar vazão às batatas produzidas na França!
Não obstante, conhecemos locais bastante interessante, como: Noyon, Compiègne, com seu Chateau de imensos Jardins e a Catedral de Saint Jacques que apresenta uma profusão de mármores e madeira; o Chateau de Chantilly, cujas dimensão e beleza ofuscam os chateaus do Vale do Loire; o Chateau de Pierrefonds, de grandiosa arquitetura e Laon, cidade construída no alto de uma colina, que apresenta uma das mais espetaculares catedrais da Picardia.
As estradas percorridas foram as seguintes: D17, D1017, D934, D932, D141, D1032, N31, D932, D165, N31, D13, D1011, D1016, D44, D924, N32, D1324, D520, D25, D335, N31, N2, D23, D18 e D967.
A hospedagem em Laon, a exemplo de Arras, será no Hotel Ibis, este não tão bem localizado quanto o de Arras, porém apresentando um padrão de serviços surpreendentemente bom para um duas estrelas, com instalações novas e um restaurante de bom nível.
Amanhã ainda não sabemos onde vamos parar! Mas com certeza será na região da Champanha.
Chateau de Pierrefonds
domingo, 10 de outubro de 2010
Retornando à França
Dia 10 de outubro (domingo) - Retornando à França
Após um dia intenso de caminhadas em Bruges que nos deixou extenuados, saímos em direção a Arras, na França, onde pernoitaremos hoje.
No percurso visitamos Lille, onde fizemos uma caminhada pelo centro velho da cidade (Vieille Lille). Não é uma cidade que se deva programar para visitar, embora o centro da cidade seja bastante interessante, no entanto, como passaríamos por ela para chegar a Arras, a visita jutificou-se plenamente.
Em Arras hospedamo-nos no Hotel Ibis, excepcionalmente bem localizado entre a Grande Place e a Place des Heros, dois dos principais atrativos de Arras. Merecem também destaque a catedral, o conjunto arquitetônico, o Muro dos Fusilados e o Cemitério Britânico onde estão enterrados os militares mortos na Primeira Guerra Mundial, os dois últimos atrativos merecem ser visitados para nos lembrar os horrores da guerra.
Eis as estradas percorridas: E40, E403, E17, N41, N47, D947, A21, A211, A26, N17 e D917.
Até o momento percorremos 950 km e gastamos cerca de 90 euros de combustível, o mesmo que eu gastaria no Brasil conduzindo um veículo movido a diesel!
O mérito deve-se ao veículo alugado que é extremamente econômico, fazendo entre 15 e 20 km com 1 litro de gasolina!
Amanhã pretendemos ir até Reims, na Região da Champagne, onde pretendemos pernoitar. No entanto, não há nenhuma garantia de chegarmos lá amanhã em razão da grande quantidade de atrativos que pretendemos visitar: Noyon, Campiègne, Chantilly, Senlis, Chateau de Pierrefonds e Laon.
Place des Heros - Arras
Um abraço a todos e até amanhã.
Após um dia intenso de caminhadas em Bruges que nos deixou extenuados, saímos em direção a Arras, na França, onde pernoitaremos hoje.
No percurso visitamos Lille, onde fizemos uma caminhada pelo centro velho da cidade (Vieille Lille). Não é uma cidade que se deva programar para visitar, embora o centro da cidade seja bastante interessante, no entanto, como passaríamos por ela para chegar a Arras, a visita jutificou-se plenamente.
Em Arras hospedamo-nos no Hotel Ibis, excepcionalmente bem localizado entre a Grande Place e a Place des Heros, dois dos principais atrativos de Arras. Merecem também destaque a catedral, o conjunto arquitetônico, o Muro dos Fusilados e o Cemitério Britânico onde estão enterrados os militares mortos na Primeira Guerra Mundial, os dois últimos atrativos merecem ser visitados para nos lembrar os horrores da guerra.
Eis as estradas percorridas: E40, E403, E17, N41, N47, D947, A21, A211, A26, N17 e D917.
Até o momento percorremos 950 km e gastamos cerca de 90 euros de combustível, o mesmo que eu gastaria no Brasil conduzindo um veículo movido a diesel!
O mérito deve-se ao veículo alugado que é extremamente econômico, fazendo entre 15 e 20 km com 1 litro de gasolina!
Amanhã pretendemos ir até Reims, na Região da Champagne, onde pretendemos pernoitar. No entanto, não há nenhuma garantia de chegarmos lá amanhã em razão da grande quantidade de atrativos que pretendemos visitar: Noyon, Campiègne, Chantilly, Senlis, Chateau de Pierrefonds e Laon.
Place des Heros - Arras
Um abraço a todos e até amanhã.
Finalmente em Bruges
Dia 9 de outubro de 2010 - finalmente em Bruges
Saímos de Guines às 9 horas da manhã sob forte cerração com destino a Bruges. No caminho passamos pelas cidades de Ardres, St-Omer, Cassel, Hondschoote e Veurnes. No início da viagem imaginamos que não veríamos o sol pois viajamos por três horas sob intensa neblina. As surpresas da viagem foram St-Omer e Cassel - com seu casario antigo inteiramente preservado - e os diversos moinhos de vento encontrados ao longo do percurso (o moinho de vento localizado em Hondschoote , que data do século XII, é considerado o mais antigo da Europa). Bruges, por sua vez, atendeu plenamente nossa expectativa. Os destaques de Bruges ficam por conta de sua rica e harmoniosa arquitetura, a grande quantidade de bares e restaurantes permanentemente movimentados e pelos canais que atravessam a cidade e que propiciam belos passeios de barco. Na chegada a Bruges tivemos receio de não conseguirmos vaga em hotel, tamanho era o movimento na cidade, entretanto, parodiando o músico mineiro Zé Geraldo, “quando tudo na vida parece estar perdido é que nada na vida está perdido”. Assim, com o auxílio de uma amável belga recepcionista do primeiro hotel que encontramos, logramos conseguir uma vaga (acho que foi a última!) em um hotel na periferia da cidade. Foi uma benção, pois o hotel (Gasthof Groenhove), um três estrelas de estilo familiar, foi muito bom (à exceção do uso da internet que nos obrigava a ficar de pé no balcão da recepção e, por motivos óbvios, impediu-me de postar uma mensagem), localizando-se a uma distância que nos permitiu ir a pé para o centro da cidade, oferecendo uma suíte que até o momento foi a melhor e cobrando um preço honesto.
A curiosidade de Bruges é que a cidade mais parece uma rua do Ouvidor em movimento, tamanha a quantidade de turistas. Não nos lembramos de nenhuma outra cidade com tamanho movimento (atente-se para o fato de que estamos fora de temporada!). Por outro lado o preço da alimentação, bem como dos souvenirs, mostraram-se bastante razoáveis.
Não fosse por mim – e pela absoluta excassez de euros - a Alzenda teria feito a festa!
Um outro fato que merece destaque e que foi uma surpresa para nós é que não há nada escrito em francês. Tudo é escrito em flamengo, qualquer coisa parecido com o alemão (ou holandês)! registre-se que as pessoas têm alguma resistência em falar francês (possivelmente em virtude da rivalidade com o sul da Bérlgica).
Estamos ansiosos para voltar a falar em nossa língua (o francês, naturalmente!!!).
Segue as estradas percorridas para quem desejar acompanhar o roteiro pelo Google Maps: D928, D26, D933, D948, D18A, D947, N39 e E40.
Taxi no centro de Bruges
A curiosidade de Bruges é que a cidade mais parece uma rua do Ouvidor em movimento, tamanha a quantidade de turistas. Não nos lembramos de nenhuma outra cidade com tamanho movimento (atente-se para o fato de que estamos fora de temporada!). Por outro lado o preço da alimentação, bem como dos souvenirs, mostraram-se bastante razoáveis.
Não fosse por mim – e pela absoluta excassez de euros - a Alzenda teria feito a festa!
Um outro fato que merece destaque e que foi uma surpresa para nós é que não há nada escrito em francês. Tudo é escrito em flamengo, qualquer coisa parecido com o alemão (ou holandês)! registre-se que as pessoas têm alguma resistência em falar francês (possivelmente em virtude da rivalidade com o sul da Bérlgica).
Estamos ansiosos para voltar a falar em nossa língua (o francês, naturalmente!!!).
Segue as estradas percorridas para quem desejar acompanhar o roteiro pelo Google Maps: D928, D26, D933, D948, D18A, D947, N39 e E40.
Taxi no centro de Bruges
Conhecendo o litoral francês
Dia 8 de outubro de 2010 - de Naours a Guines
Mais uma vez, mudamos de itinerário. Desta vez, atendendo a sugestão de Madame Marie Jose, nome de nossa amável anfitriã em Naours. Segundo Marie Jose, deveríamos seguir pelo litoral pois teríamos muitas coisas bonitas a ver. A seguir relacionou alguns lugares que poderíamos visitar. Seguindo sua sugestão fizemos o seguinte roteiro: Naours, Bernaville, St-Riquier, Abbeville, St-Valery-sur-Somme, Le Crotoy, Rue, Angoules, Le Touquet-Paris-Plage, Boulogne-sur-Mer, Ambleteuse, Marquise e Guines, onde pernoitamos. Os pontos altos da viagem foram Abbeville, a cidade medieval de St-Valery-sur-Somme, Rue, os jardins da Abbaye St-Valoire (Angoules) e a cidade fortificada em Boulogne-sur-Mer. A mudança do roteiro valeu a pena! A destacar também que continuamos optando por andar nas estradas departamentais, fugindo das auto estradas. No trecho Naours-Guines, as estradas escolhidas foram tão bonitas quanto aquelas do trecho Paris-Rouen. A propósito das estradas francesas, até o momento só temos elogios, seja quanto ao tratamento paisagístico, seja quanto à pavimentação, seja quanto à informação visual. Na chegada a Guines ficamos hospedado no Alberge du Colombier, um hotel 2 estrelas,mas cujas acomodações e serviços oferecidos mereceriam, pelo menos mais uma estrela. Outro registro que deve ser feito, é que até o momento a decisão de viajar sem reservas mostrou-se acertada. Essa decisão tem propiciado uma liberdade de movimentos que tem enriquecido a viagem, visto que a todo momento estamos prontos a visitar atrativos não previstos, sem qualquer tipo de amarras.
Para que quiser acompanhar a viagem pelo Google Maps, segue as estradas percorridas no percurso: D60, D933, D925, D3, D933, D938, D119, D940, D113, D940 e D231.
Jardins e Abbaye St-Valoire, em Angoules
Mais uma vez, mudamos de itinerário. Desta vez, atendendo a sugestão de Madame Marie Jose, nome de nossa amável anfitriã em Naours. Segundo Marie Jose, deveríamos seguir pelo litoral pois teríamos muitas coisas bonitas a ver. A seguir relacionou alguns lugares que poderíamos visitar. Seguindo sua sugestão fizemos o seguinte roteiro: Naours, Bernaville, St-Riquier, Abbeville, St-Valery-sur-Somme, Le Crotoy, Rue, Angoules, Le Touquet-Paris-Plage, Boulogne-sur-Mer, Ambleteuse, Marquise e Guines, onde pernoitamos. Os pontos altos da viagem foram Abbeville, a cidade medieval de St-Valery-sur-Somme, Rue, os jardins da Abbaye St-Valoire (Angoules) e a cidade fortificada em Boulogne-sur-Mer. A mudança do roteiro valeu a pena! A destacar também que continuamos optando por andar nas estradas departamentais, fugindo das auto estradas. No trecho Naours-Guines, as estradas escolhidas foram tão bonitas quanto aquelas do trecho Paris-Rouen. A propósito das estradas francesas, até o momento só temos elogios, seja quanto ao tratamento paisagístico, seja quanto à pavimentação, seja quanto à informação visual. Na chegada a Guines ficamos hospedado no Alberge du Colombier, um hotel 2 estrelas,mas cujas acomodações e serviços oferecidos mereceriam, pelo menos mais uma estrela. Outro registro que deve ser feito, é que até o momento a decisão de viajar sem reservas mostrou-se acertada. Essa decisão tem propiciado uma liberdade de movimentos que tem enriquecido a viagem, visto que a todo momento estamos prontos a visitar atrativos não previstos, sem qualquer tipo de amarras.
Para que quiser acompanhar a viagem pelo Google Maps, segue as estradas percorridas no percurso: D60, D933, D925, D3, D933, D938, D119, D940, D113, D940 e D231.
Jardins e Abbaye St-Valoire, em Angoules
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
3º dia de estrada
Dia 7 de outubro de 2010, quinta feira - 3º dia de estrada
O dia começou com a gente mudando a decisão que tomamos ontem à noite: ao invés de seguir pelo litoral (via Dieppe) decidimos seguir para Bruges, na Bélgica, via Beauvais e Amiens com vistas a fotografar suas catedrais.
No caminho passamos por Lyon-la-Forêt, uma pequena e simpática vila que mantém preservada sua arquitetura medieval. Vale uma visita.
Em Beauvais a catedral que está em recuperação já mostra todoo seu esplendor. Embora não tenha o glamour de outras catedrais góticas francesas ela apresenta como maior atrativo a altura de sua nave central, a mais alta da França.
Em Amiens nos emocionamos com a Catedral de Notre Dame uma das mais cultuadas catedrais da França, rivalizando com as catedrais de Reims, Chartres e Estrasburgo.
Finalizamos o dia pernoitando em um Chambres d'hôtes (o primeiro) em Naours, pequena comunidade 15 km ao norte de Amiens.
Naours tem por principal atrativo uma verdadeira cidade subterrânea construída nos séculos 2 e 3 para proteção contra invasões inimigas.
Amanhã pretendemos chegar a Bruges, na Bélgica, onde possivelmente passaremos 2 noites.
PS.:
1.meu francês franco-brasileiro está dando para o gasto. Ainda não paguei nenhum mico.
2. Alzenda está se saindo bem como navegadora, salvo quando ela tem que indicar direita ou esquerda. Como já a conheço, viro sempre para o lado contrário ao indicado por ela. Assim nos entendemos muito bem!
3. minha bússola ainda não falhou nenhuma vez.
4. o preço total da hospedagem do Chambres d'hôtes (com jantar incluído) foi de 100 euros. O jantar foi típico do Somme (um dos Departamentos) da Pidardie:
Aperitivo: vinho branco;
Entrada: ficelle picarde;
Prato principal: andouillette grilleé avec pomme de terre; e
Fromage rollot
Moinho de Vento em Naours
Abraços e até amanhã, com o relato da viagem entre Naours e Bruges (se não mudarmos o itinerário).
O dia começou com a gente mudando a decisão que tomamos ontem à noite: ao invés de seguir pelo litoral (via Dieppe) decidimos seguir para Bruges, na Bélgica, via Beauvais e Amiens com vistas a fotografar suas catedrais.
No caminho passamos por Lyon-la-Forêt, uma pequena e simpática vila que mantém preservada sua arquitetura medieval. Vale uma visita.
Em Beauvais a catedral que está em recuperação já mostra todoo seu esplendor. Embora não tenha o glamour de outras catedrais góticas francesas ela apresenta como maior atrativo a altura de sua nave central, a mais alta da França.
Em Amiens nos emocionamos com a Catedral de Notre Dame uma das mais cultuadas catedrais da França, rivalizando com as catedrais de Reims, Chartres e Estrasburgo.
Finalizamos o dia pernoitando em um Chambres d'hôtes (o primeiro) em Naours, pequena comunidade 15 km ao norte de Amiens.
Naours tem por principal atrativo uma verdadeira cidade subterrânea construída nos séculos 2 e 3 para proteção contra invasões inimigas.
Amanhã pretendemos chegar a Bruges, na Bélgica, onde possivelmente passaremos 2 noites.
PS.:
1.meu francês franco-brasileiro está dando para o gasto. Ainda não paguei nenhum mico.
2. Alzenda está se saindo bem como navegadora, salvo quando ela tem que indicar direita ou esquerda. Como já a conheço, viro sempre para o lado contrário ao indicado por ela. Assim nos entendemos muito bem!
3. minha bússola ainda não falhou nenhuma vez.
4. o preço total da hospedagem do Chambres d'hôtes (com jantar incluído) foi de 100 euros. O jantar foi típico do Somme (um dos Departamentos) da Pidardie:
Aperitivo: vinho branco;
Entrada: ficelle picarde;
Prato principal: andouillette grilleé avec pomme de terre; e
Fromage rollot
Moinho de Vento em Naours
Abraços e até amanhã, com o relato da viagem entre Naours e Bruges (se não mudarmos o itinerário).
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Um dia intenso em Rouen
Dia 6 de outubro (2º dia da aventura) - Um dia intenso em Rouen
A noite começa a cair em Rouen. Estamos de pernas bambas (de tanto andar, bem entendido!). Rouen foi uma surpresa agradável. Sua arquitetura transpira história, em cada rua, em cada praça, em cada edificação. A decisão de ficar duas noites na cidade moustrou-se acertada. Além da qualidade dos atrativos turísticos a cidade oferece hotéis bem localizados a preços honestos (a maioria de duas e três estrelas) e uma gastronomia variada e a preços igualmente honestos.
Nossos gastos em Rouen foram inferiores à meta estabelecida de 100 euros per capita.
Àqueles que visitarem Rouen recomendo hospedar-se no centro histórico e dedicar um dia inteiro à visitação de seus atrativos. Recomendo especialmente a visita à Catedral de Notre-Dame, à Igreja St-Ouen, à Place do Vieux-Marché, à Igreja de St-Maclou e ao Hotel de Bourgtheroulde.
Amanhã a previsão é de viajarmos cerca de 100 km, de Rouen a Dieppe, visitando na viagem os seguintes atrativos: Abbaye Saint-Georges, Abbaye de Jumièges, Chateau de Miromesnil e Le Bois des Moutiers.
Ps.: Duro está sendo aguentar a Alzenda pedindo para tirar foto de cada coisa que ela acha interessante (isto é, tudo!).
Alzenda no Vieux Marché
Abraços e até amanhã.
A noite começa a cair em Rouen. Estamos de pernas bambas (de tanto andar, bem entendido!). Rouen foi uma surpresa agradável. Sua arquitetura transpira história, em cada rua, em cada praça, em cada edificação. A decisão de ficar duas noites na cidade moustrou-se acertada. Além da qualidade dos atrativos turísticos a cidade oferece hotéis bem localizados a preços honestos (a maioria de duas e três estrelas) e uma gastronomia variada e a preços igualmente honestos.
Nossos gastos em Rouen foram inferiores à meta estabelecida de 100 euros per capita.
Àqueles que visitarem Rouen recomendo hospedar-se no centro histórico e dedicar um dia inteiro à visitação de seus atrativos. Recomendo especialmente a visita à Catedral de Notre-Dame, à Igreja St-Ouen, à Place do Vieux-Marché, à Igreja de St-Maclou e ao Hotel de Bourgtheroulde.
Amanhã a previsão é de viajarmos cerca de 100 km, de Rouen a Dieppe, visitando na viagem os seguintes atrativos: Abbaye Saint-Georges, Abbaye de Jumièges, Chateau de Miromesnil e Le Bois des Moutiers.
Ps.: Duro está sendo aguentar a Alzenda pedindo para tirar foto de cada coisa que ela acha interessante (isto é, tudo!).
Alzenda no Vieux Marché
Abraços e até amanhã.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Primeiro dia de estrada - Paris a Rouen
Dia 5 de outubro. Hoje começou de fato a aventura. Acordamos assustados às 9:00 horas da manhã. Justamente nesse horário eu deveria estar retirando o carro na loja!. Estávamos tão cansados da viagem que simplesmente "desmaiamos" e perdemos a hora. A fim de não atrasar demasiadamente a saída decidimos ir de taxi para a loja ("morremos" em 30 euros). A liberação do carro foi rápida e sem burocracia, no entanto, somente saímos de Paris quase ao meio dia. Agora a bordo de nosso possante Citroën C3, prata, zero km, dirigimo-nos a Rouen onde chegamos por volta das 5 horas da tarde, com a impressionante visão da Catedral de Notre Dame, uma das melhores (e maiores) expressões do estilo gótico.
Falarei sobre a catedral e os demais atrativos de Rouen amanhã, uma vez que decidmos ficar aqui por duas noites.
A viagem transcorreu sem qualquer problema, não obstante o clima pouco amigável com uma insistente neblina nos acompanhando durante todo o caminho.
Optamos por tomar as estradas secundárias, belíssimas, acompanhando a maior parte do tempo a margem direita do Sena, que por si só já justificariam a viagem. O ponto alto do dia foi Giverny. Seu conjunto é formado pela casa do Claude Monet, pelo Museu dos Impressionistas e pelo Jardin das Ninphéas, que inspirou o grande pintor a criar seus melhores quadros.
Fizemos hoje nosso primeiro piquenique, às margens do Sena! O primeiro de muitos que faremos no transcorrer da viagem!
Outro ponto de destaque são as pequenas vilas plantadas ao longo das estradas, cada uma delas um convite a uma parada para um café ou uma taça de vinho (infelizmente não posso tomar nem um nem outro por 20 dias!).
O primeiro dia foi um início promissor. A viagem promete!
Um abraço a todos e até amanhã.
Jardim das Nimphéias
Falarei sobre a catedral e os demais atrativos de Rouen amanhã, uma vez que decidmos ficar aqui por duas noites.
A viagem transcorreu sem qualquer problema, não obstante o clima pouco amigável com uma insistente neblina nos acompanhando durante todo o caminho.
Optamos por tomar as estradas secundárias, belíssimas, acompanhando a maior parte do tempo a margem direita do Sena, que por si só já justificariam a viagem. O ponto alto do dia foi Giverny. Seu conjunto é formado pela casa do Claude Monet, pelo Museu dos Impressionistas e pelo Jardin das Ninphéas, que inspirou o grande pintor a criar seus melhores quadros.
Fizemos hoje nosso primeiro piquenique, às margens do Sena! O primeiro de muitos que faremos no transcorrer da viagem!
Outro ponto de destaque são as pequenas vilas plantadas ao longo das estradas, cada uma delas um convite a uma parada para um café ou uma taça de vinho (infelizmente não posso tomar nem um nem outro por 20 dias!).
O primeiro dia foi um início promissor. A viagem promete!
Um abraço a todos e até amanhã.
Jardim das Nimphéias
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Inebriado pelo fuso horário
Estou escrevendo às 4 horas da manhã. Este é o resultado de uma noite mal dormida (no avião) e da diferença de fuso horárío (5 horas). Agora, enquanto o corpo não se acostuma com a mudança, temos que ter criatividade. Então, vamos preenchendo o tempo fazendo (entre outras coisas) a resenha da viagem. Ontem terminanos o dia em um pequeno restaurante do Quartier Latin (Le Beaujolais) onde fizemos uma ótima refeição a preço do Rio de Janeiro: R$ 30,00 (reais) per capita. A propósito, acho o Quartier Latin o lugar mais interessante de Paris, principalmente à noite quando se reunem centenas de pessoas em suas dezenas de bares e restaurantes. É a Lapa (sem a música!).
Ontem nosso orçamento "estourou" em razão do taxi aeroporto-hotel (50 euros) e da hospedagem (175 euros). Aliás, vou ver se descubro uma maneira mais criativa e mais barata de hospedar-se em Paris. A hospedagem é realmente um dos itens mais caros na Cidade-Luz.
Agora vou parar pois tenho coisas mais importantes a fazer.
Abraços.
Ontem nosso orçamento "estourou" em razão do taxi aeroporto-hotel (50 euros) e da hospedagem (175 euros). Aliás, vou ver se descubro uma maneira mais criativa e mais barata de hospedar-se em Paris. A hospedagem é realmente um dos itens mais caros na Cidade-Luz.
Agora vou parar pois tenho coisas mais importantes a fazer.
Abraços.
Chegada tumultuada
Dia 4 de outubro de 2010: chegada a Paris.
Apesar de não gostar nada do Aeroporto do Galeão confesso que hoje senti saudade dele. Explico: por conta de algumas bagagens abandonadas (eu diria perdidas), a neurose do primeiro mundo concluiu que poderia haver uma bomba dentro de uma dessas bagagens. Por causa disso todo o controle de passaporte foi suspenso. A suspensão durou duas horas. Enquanto isso imaginem o tumulto que foi criado, com todo o movimento de chegada de um dos aeroportos mais movimentados do mundo represado durante duas horas! Após duas horas de interrupção o controle de passaporte recomeçou COM UM FUNCIONÁRIO para atender a uma multidão.
Como é bom viver em um País sem neuroses (pelo menos de cunho beligerante).
Mas informo a todos que apesar do desgaste, o nosso astral não foi abalado. Já nos instalamos no hotel (Hotel Aramis, na Rue de Rennes) que apesar de modesto é bem localizado e foi encontrado em ótimas condições de limpeza.
A lamentar apenas que a cama não seja originalmente de casal (são duas camas de solteiro que foram juntadas) o que pode atrapalhar o nosso "sono".
Hoje, devido ao cansaço da viagem faremos apenas um reconhecimento no Quartier Latin como, aliás, já era previsto.
Amanhã começará verdadeiramente nossa aventura.
Abraços a todos.
Apesar de não gostar nada do Aeroporto do Galeão confesso que hoje senti saudade dele. Explico: por conta de algumas bagagens abandonadas (eu diria perdidas), a neurose do primeiro mundo concluiu que poderia haver uma bomba dentro de uma dessas bagagens. Por causa disso todo o controle de passaporte foi suspenso. A suspensão durou duas horas. Enquanto isso imaginem o tumulto que foi criado, com todo o movimento de chegada de um dos aeroportos mais movimentados do mundo represado durante duas horas! Após duas horas de interrupção o controle de passaporte recomeçou COM UM FUNCIONÁRIO para atender a uma multidão.
Como é bom viver em um País sem neuroses (pelo menos de cunho beligerante).
Mas informo a todos que apesar do desgaste, o nosso astral não foi abalado. Já nos instalamos no hotel (Hotel Aramis, na Rue de Rennes) que apesar de modesto é bem localizado e foi encontrado em ótimas condições de limpeza.
A lamentar apenas que a cama não seja originalmente de casal (são duas camas de solteiro que foram juntadas) o que pode atrapalhar o nosso "sono".
Hoje, devido ao cansaço da viagem faremos apenas um reconhecimento no Quartier Latin como, aliás, já era previsto.
Amanhã começará verdadeiramente nossa aventura.
Abraços a todos.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Fazendo as malas
A viagem nem começou e já alteramos o roteiro! Por sugestão (ou por pressão) de minha fiel escudeira decidi incluir no roteiro a cidade de Rouen. Isso implicará um "pequeno" desvio de 100 km. Nada demais para quem está acostumado a percorrer longas distâncias no Brasil. O desvio vale a pena, afinal Rouen além de possuir uma história muito interessante, é a cidade da heroína francesa Joana d'Arc, fato que por si só já justifica o desvio. Aproveitando o desvio visitaremos mais uma vez Giverny. Nunca é demais contemplar os jardins retratados pelo grande mestre impressionista Claude Monet.
Hoje começamos a arrumar as malas. Levei um susto ao olhar as coisas espalhadas em cima da cama. Pensei se não seria melhor alugar un contêiner (ou dois, o segundo para abrigar a necessaaire da Alzenda). Passado o primeiro susto e feitos os devidos ajustes conseguimos que tudo fosse organizado em duas malas médias.
Não sobrou espaço nas malas, mas esse é o lado bom. Se não há espaço disponível não se pode fazer compras!!!
Acredito que o peso de cada mala não exceda 25 kg, o que para uma viagem de 40 dias é um feito notável.
O dia de amanhã (sábado, véspera da viagem) será dedicado à revisão geral do planejamento e ajuste dos últimos detalhes.
Até amanhã.
Hoje começamos a arrumar as malas. Levei um susto ao olhar as coisas espalhadas em cima da cama. Pensei se não seria melhor alugar un contêiner (ou dois, o segundo para abrigar a necessaaire da Alzenda). Passado o primeiro susto e feitos os devidos ajustes conseguimos que tudo fosse organizado em duas malas médias.
Não sobrou espaço nas malas, mas esse é o lado bom. Se não há espaço disponível não se pode fazer compras!!!
Acredito que o peso de cada mala não exceda 25 kg, o que para uma viagem de 40 dias é um feito notável.
O dia de amanhã (sábado, véspera da viagem) será dedicado à revisão geral do planejamento e ajuste dos últimos detalhes.
Até amanhã.
Assinar:
Postagens (Atom)